ESTUDO

FIBRILAÇÃO ATRIAL / EDOBRA

Você sabe o que é FIBRILAÇÃO ATRIAL NÃO VALVAR?

Em condições normais, o coração recebe estímulos elétricos regulares, que resultam nos batimentos cardíacos e consequentemente no bombeamento de sangue para todo o corpo em um ritmo regular, denominado ritmo sinusal.

Entretanto, algumas condições podem influenciar o ritmo de bombeamento, resultando em um batimento cardíaco irregular, também conhecido como arritmia cardíaca. O batimento cardíaco rápido e irregular que acontece nas câmaras superiores do coração é denominado “fibrilação atrial”.   Quando tais condições não estão relacionadas com o funcionamento das válvulas cardíacas, tem-se a chamada “fibrilação atrial não valvar”.

Qual sua incidência?

Os casos de fibrilação atrial não valvar acometem aproximadamente 0,4% da população. A prevalência dos casos está diretamente relacionada com a idade, sendo que a taxa de incidência aumenta significativamente em faixas etárias superiores a 50 anos.

Quais suas principais causas?

As causas mais comuns da fibrilação atrial não valvar incluem a apneia do sono, pressão alta, problemas pulmonares, hipertireoidismo ou glândula tireoide hiperativa, estresse devido a doenças graves e exposição a estimulantes cardíacos como álcool, cafeína ou tabaco.

Sintomas

Devido ao ritmo irregular do bombeamento de sangue, o paciente com fibrilação atrial não valvar pode apresentar palpitações, fraqueza, tontura, fadiga, intolerância a esforço, falta de ar, sensação de perda de sentidos e da força muscular. Além disso, podem ocorrer a formação de coágulos no coração, os quais podem resultar em quadros de ataque cardíaco ou derrame.

Como diagnosticar?

O diagnóstico da fibrilação atrial não valvar pode ser obtido através do histórico médico juntamente com alguns exames físicos. Durante a consulta médica, caso haja a suspeita de um ritmo cardíaco irregular, o médico poderá solicitar um ou mais exames mais específicos, como um eletrocardiograma (ECG) ou um ecocardiograma, para confirmar o diagnóstico.

Qual o tratamento?

Em geral, são indicados medicamentos anticoagulantes capazes de reduzir a formação de coágulos no corpo. Dentre eles, destacam-se os anticoagulantes orais não antagonistas da vitamina K (NOACs), que atuam inibindo a trombina, substância necessária para o seu sangue coagular. Atualmente, existem quatro NOACs disponíveis comercialmente: Eliquis®(Apixabana), Xarelto® (Rivaroxabana), Lixiana®(Edoxabana) e Pradaxa® (Dabigatrana).

Gostaria de se voluntariar para um estudo clínico sobre o uso Lixiana®?

O estudo EdoBRA conduzido pela Science Valley irá acompanhar participantes voluntários que apresentem os sintomas relacionados a fibrilação atrial não valvar (também conhecida como arritmia cardíaca) ao longo de 1 (um) ano, visando verificar a segurança no tratamento com o medicamento Lixiana®.