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A Science Valley promove campanhas para realização de estudos clínicos para pacientes com doenças severas em seus canais digitais e você pode ser um voluntário. Esses estudos contam com a participação de pessoas que tenham interesse em tratamentos específicos e que atendam os requisitos da pesquisa. 

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Você sabe o que é TAQUICARDIA PAROXISMAL SUPRAVENTRICULAR (TPSV)?

A taquicardia supraventricular paroxismal (TPSV) é um tipo de ritmo cardíaco irregular, ou arritmia. Esta arritmia pode ser desencadeada por um batimento cardíaco prematuro, que ativa rapidamente o coração em uma frequência acelerada. Devido à sua natureza, essa ativação rápida do coração resulta em um batimento cardíaco rápido e uniforme (160 a 220 batimentos por minuto), que começa e termina abruptamente, com duração que varia de poucos minutos há algumas horas. Não é uma doença fatal, a menos que ocorra em associação com doenças cardíacas estruturais ou outras doenças sistêmicas graves.

Qual sua incidência?

Estima-se que a incidência anual de TPSV seja de aproximadamente 36 a cada 100.000 habitantes. Considerando todas as faixas etárias, a prevalência é de 2,29 para cada 1000 habitantes, com as mulheres apresentando prevalência 2 (duas) vezes maior em relação aos homens.

Além disso, é uma doença encontrada com maior frequência nos jovens, acarretando mais incômodos do que riscos, principalmente quando ocorre durante a atividade física intensa.

Quais suas principais causas?

A taquicardia supraventricular paroxismal pode ser desencadeada devido à algumas condições genéticas, bem como alguns hábitos.

Dentre as condições genéticas que podem deflagrar essa arritmia estão a taquicardia nodal AV (AVNRT), responsável por aproximadamente 56% dos casos de TPSV, a taquicardia reentrante atrioventricular (AVRT), que representa aproximadamente 27% dos casos de TPSV, e a taquicardia atrial paroxística, responsável por aproximadamente 17% dos casos de TPSV.

Dentre os hábitos que apresentam maior probabilidade de desencadear os eventos de arritmia, destacam-se o consumo excessivo de álcool, cafeína, algumas drogas ilícitas, como a cocaína e a metanfetamina, bem como o hábito tabagista.

Sintomas

Embora seja uma patologia benigna, a taquicardia supraventricular paroxismal pode causar sintomas significativos e recorrentes, como palpitações (batimentos cardíacos de corrida, ou vibração no coração), falta de ar, tontura, tontura e até síncope (perda transitória de concisão e colapso).

Como diagnosticar?

Os médicos geralmente suspeitam de TPSV após avaliação cuidadosa do histórico médico juntamente com análise do resultado de um eletrocardiograma (ECG). Devido à sua natureza episódica, é possível que um eletrocardiograma realizado durante a consulta não capte tais episódios arrítmicos. Para contornar tal situação, é possível que o médico solicite o uso de um monitor Holter ou mesmo o uso de um monitor de eventos. Estes aparelhos irão proporcionar maior precisão na detecção de episódios de taquicardia, contribuindo para o diagnóstico preciso da TPSV.

Qual o tratamento?

Geralmente, a reversão dos episódios de TPSV podem ser interrompidos por um ou vários métodos de estímulo do nervo vago, de modo a reduzir a frequência cardíaca. Normalmente, estas técnicas são dirigidas ou supervisionadas por um médico, embora as pessoas com arritmias frequentes aprendam a realizar tais técnicas sem supervisão. Os métodos são mais eficazes se realizados logo no início dos episódios de arritmia e incluem: Fazer força, como se estivesse evacuando com dificuldade, esfregar o pescoço logo abaixo do ângulo do maxilar, o que estimula uma área sensível da artéria carótida chamada seio carotídeo ou mergulhar o rosto em uma tigela de água gelada.

Caso tais métodos não surtirem efeito e os episódios de arritmia causarem sintomas graves, e perdurarem por mais de 20 minutos, será necessário buscar intervenção médica para interromper os episódios. Quando os episódios se tornam frequentes ou incômodos, a ablação por cateter pode ser recomendada pelo médico. Este procedimento ambulatorial é usado para tratar ou curar muitos tipos de arritmia cardíaca, incluindo a TPSV. É uma técnica conhecida por ser segura e eficaz, sendo, desta forma, considerada uma terapia de primeira escolha para a taquicardia supraventricular paroxismal.

Caso a ablação por cateter não possa ser realizada, o médico responsável pode indicar o uso de medicamentos antiarrítmicos. A droga de escolha para a reversão dos eventos arrítmicos é a adenosina. Outros medicamentos para controle da arritmia incluem betabloqueadores, digoxina, diltiazem, verapamil, propafenona e flecainida.

Gostaria de se voluntariar para um estudo clínico sobre o uso do spray nasal Etripamil?

O estudo Node-303 conduzido pela Science Valley visa avaliar a segurança da autoadministração do spray nasal Etripamil na reversão rápida da Taquicardia paroxística supraventricular (TPSV).

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Você sabe o que é FIBRILAÇÃO ATRIAL NÃO VALVAR?

Em condições normais, o coração recebe estímulos elétricos regulares, que resultam nos batimentos cardíacos e consequentemente no bombeamento de sangue para todo o corpo em um ritmo regular, denominado ritmo sinusal.

Entretanto, algumas condições podem influenciar o ritmo de bombeamento, resultando em um batimento cardíaco irregular, também conhecido como arritmia cardíaca. O batimento cardíaco rápido e irregular que acontece nas câmaras superiores do coração é denominado “fibrilação atrial”.   Quando tais condições não estão relacionadas com o funcionamento das válvulas cardíacas, tem-se a chamada “fibrilação atrial não valvar”.

Qual sua incidência?

Os casos de fibrilação atrial não valvar acometem aproximadamente 0,4% da população. A prevalência dos casos está diretamente relacionada com a idade, sendo que a taxa de incidência aumenta significativamente em faixas etárias superiores a 50 anos.

Quais suas principais causas?

As causas mais comuns da fibrilação atrial não valvar incluem a apneia do sono, pressão alta, problemas pulmonares, hipertireoidismo ou glândula tireoide hiperativa, estresse devido a doenças graves e exposição a estimulantes cardíacos como álcool, cafeína ou tabaco.

Sintomas

Devido ao ritmo irregular do bombeamento de sangue, o paciente com fibrilação atrial não valvar pode apresentar palpitações, fraqueza, tontura, fadiga, intolerância a esforço, falta de ar, sensação de perda de sentidos e da força muscular. Além disso, podem ocorrer a formação de coágulos no coração, os quais podem resultar em quadros de ataque cardíaco ou derrame.

Como diagnosticar?

O diagnóstico da fibrilação atrial não valvar pode ser obtido através do histórico médico juntamente com alguns exames físicos. Durante a consulta médica, caso haja a suspeita de um ritmo cardíaco irregular, o médico poderá solicitar um ou mais exames mais específicos, como um eletrocardiograma (ECG) ou um ecocardiograma, para confirmar o diagnóstico.

Qual o tratamento?

Em geral, são indicados medicamentos anticoagulantes capazes de reduzir a formação de coágulos no corpo. Dentre eles, destacam-se os anticoagulantes orais não antagonistas da vitamina K (NOACs), que atuam inibindo a trombina, substância necessária para o seu sangue coagular. Atualmente, existem quatro NOACs disponíveis comercialmente: Eliquis®(Apixabana), Xarelto® (Rivaroxabana), Lixiana®(Edoxabana) e Pradaxa® (Dabigatrana).

Gostaria de se voluntariar para um estudo clínico sobre o uso Lixiana®?

O estudo EdoBRA conduzido pela Science Valley irá acompanhar participantes voluntários que apresentem os sintomas relacionados a fibrilação atrial não valvar (também conhecida como arritmia cardíaca) ao longo de 1 (um) ano, visando verificar a segurança no tratamento com o medicamento Lixiana®.

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Você sente dores nos membros inferiores enquanto caminha?

A dor nos membros inferiores ao caminhar é uma das dores características de doença arterial periférica (DAP). É uma condição em que há depósitos de gorduras, colesterol e/ou outras substâncias nas paredes das artérias (aterosclerose), reduzindo o fluxo de sangue para os tecidos dos membros inferiores (composto pela cintura pélvica, coxas, pernas e pés).

A DAP é uma patologia que, em geral, se apresenta assintomática. No entanto, aproximadamente 1% dos portadores de DAP desenvolvem dores nos membros inferiores, após a caminhada ou corrida, causada pela má circulação do sangue. Esta condição é denominada Claudicação intermitente.

Qual sua incidência?

No Brasil, os dados de prevalência de doença arterial periférica e seus fatores de risco são escassos e restritos, principalmente, à região Sudeste do país. Com base nos dados coletados no país, estima-se uma taxa de incidência de aproximadamente 40% da população brasileira.

Entretanto, a maioria dos portadores de DAP se apresentam assintomáticos, e cerca de 1% desenvolve os sintomas de claudicação intermitente.

Quais suas principais causas?

A doença arterial periférica é frequentemente causada pelo acúmulo de gorduras, colesterol e/ou outras substâncias nas paredes das artérias (aterosclerose), reduzindo o fluxo sanguíneo para os membros.

Menos comumente, inflamações dos vasos sanguíneos, lesões nos membros, diabetes, pessoas com quadro de obesidade (índice de massa corporal acima de 30), pressão alta, dislipidemia (colesterol alto) ou mesmo o hábito tabagista podem contribuir para o desenvolvimento da DAP e consequentemente da claudicação intermitente.

Histórico familiar de doença arterial periférica, doença cardíaca ou acidente vascular cerebral (AVC) também são fatores de risco para o desenvolvimento da DAP.

Sintomas

Enquanto muitas pessoas com DAP são assintomáticas, ou apresentam sintomas leves, outros desenvolvem dores nos membros inferiores durante a atividade física (caminhada ou corrida).  Os sintomas da claudicação intermitente incluem:

  • Dores nas pernas que são similares às câimbras ou fisgadas durante uma caminhada ou corrida, que passa ao ficar de repouso;
  • Dores que “sobem” até às coxas e as nádegas ao caminhar ou correr, que melhora ao ficar em repouso;
  • Desconforto nos pés e nas panturrilhas;
  • Dedos dos pés mais arroxeados e gelados;
  • Paciente que não consegue andar ou correr por muito tempo.

Como diagnosticar?

Se você tiver sintomas de DAP, seu médico pode fazer um índice tornozelo braquial (ITB), que é um teste não invasivo que mede a pressão arterial nos tornozelos e compara-a com a pressão arterial nos braços em repouso e após o exercício. Seu médico também pode fazer exames de imagem como ultrassom, angiografia por ressonância magnética (angio-RM) e angiografia tomográfica computadorizada

Qual o tratamento?

 O primeiro passo para reversão do quadro de doença arterial periférica é eliminar ou reduzir ao máximo os agentes causadores da obstrução arterial. Diferentes medicamentos podem ser prescritos para tratar as causas da DAP, ao mesmo tempo que auxiliam na redução dos riscos de se desenvolver outros tipos de doenças cardiovasculares, tais como a doença cardíaca coronariana, derrames ou enfartos.

As abordagens farmacológicas envolvem o uso de estatinas, para reduzir os níveis de colesterol LDL, agentes anti-hipertensivos, para o controle da hipertensão, ou ainda medicamentos anticoagulantes, para evitar a aterosclerose. Dentre os medicamentos anticoagulantes, destaca-se a aspirina (ácido acetilsalicílico), Plavix® (clopidogrel) e xarelto® (rivaroxabana), sendo este último utilizado de modo off lable.

Abordagens não farmacológicas envolvem a mudança do estilo de vida. A prática de exercícios e interromper o hábito tabagista são essenciais para a redução dos riscos de desenvolver a DAP.

Gostaria de se voluntariar para um estudo clínico para avaliar os efeitos comparativos dos tratamentos para DOENÇA ARTERIAL PERIFÉRICA (DAP) e dos sintomas da CLAUDICAÇÃO INTERMITENTE (CI)?

O estudo Compass Claudication conduzido pela Science Valley visa avaliar os efeitos do tratamento com rivaroxabana associada à aspirina em comparação com ao tratamento somente com aspirina, em pacientes com sinais e sintomas de DAP e CI, tais como dor ou cãibras nos membros inferiores, dificuldade para andar, palidez nos pés ou formação de úlceras nas pernas ou nos pés.

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