ESTUDO

Esclerose Múltipla

Participe deste estudo voltado para pacientes com diagnóstico de Esclerose Múltipla Remitente Recorrente.

Centro: Hospital e Maternidade Christóvão da Gama

Estudo Esclerose Múltipla

O que é Esclerose Múltipla?

A esclerose múltipla (EM) é uma doença autoimune crônica que afeta o sistema nervoso central, o cérebro e a medula espinhal, provocando inflamação e lesões que comprometem a comunicação entre os neurônios. Os sintomas mais comuns incluem fadiga, fraqueza muscular, alterações visuais e dificuldades de coordenação motora. Os surtos podem ser intensos e impactar as atividades diárias, sendo necessário tratamento contínuo para controlar a progressão da doença.

De acordo com o Ministério da Saúde (2023), a esclerose múltipla é uma das principais causas de incapacidade neurológica em adultos jovens, exigindo acompanhamento especializado e tratamento individualizado para reduzir os surtos e retardar a evolução da condição.

Quem Pode Participar?

  • Idade: 18 a 55 anos
  • Todos os gêneros;
  • Diagnóstico: Esclerose Múltipla Remitente Recorrente – Comprovado por exames;
  • O paciente deve apresentar: 1 surto dentro de 1 ano OU 2 surtos dentro de 2 anos (necessário comprovação médica dos surtos).

Objetivo da Pesquisa para Esclerose Múltipla

Os estudos clínicos sobre esclerose múltipla têm como objetivo avaliar a eficácia e a segurança de novas terapias, oferecendo alternativas de tratamento para pacientes que não apresentaram boa resposta aos medicamentos convencionais.

Incidência

A esclerose múltipla afeta milhões de pessoas em todo o mundo e apresenta incidência crescente, especialmente entre adultos jovens, com maior prevalência entre 20 e 40 anos. No Brasil, estima-se que cerca de 40 mil pessoas convivam com a doença, sendo as mulheres as mais afetadas. Conforme o Ministério da Saúde (2023), fatores genéticos e ambientais, como infecções virais, baixos níveis de vitamina D e exposição a substâncias tóxicas, estão associados ao desenvolvimento e à progressão da doença.

Principais Fatores de Risco da Esclerose Múltipla:

  • Genética: Histórico familiar de doenças autoimunes.
  • Idade: Mais comum em jovens adultos, especialmente entre 20 e 40 anos.
  • Sexo: A doença é mais frequente em mulheres.
  • Fatores ambientais: Exposição a infecções virais, como o vírus Epstein-Barr, e baixos níveis de vitamina D.
  • Poluição do ar: Exposição a poluentes ambientais e substâncias tóxicas pode aumentar o risco de desenvolvimento da doença.

Como Diagnosticar a Esclerose Múltipla

O diagnóstico é realizado com base em uma avaliação clínica detalhada e exames complementares. O neurologista pode solicitar:

  • Ressonância magnética, para identificar lesões no cérebro e na medula espinhal;

  • Análise do líquor (líquido cefalorraquidiano), para detectar inflamação no sistema nervoso central;

  • Testes laboratoriais e neurológicos, que avaliam fraqueza muscular, coordenação e visão;

  • Histórico clínico detalhado, observando a frequência e intensidade dos surtos.

Segundo o Ministério da Saúde (2023), o diagnóstico segue critérios clínicos e de imagem estabelecidos no Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Esclerose Múltipla (PCDT), que orienta o tratamento e o acompanhamento dos pacientes no Brasil.

Fonte: Ministério da Saúde. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Esclerose Múltipla. Brasília: Ministério da Saúde, 2023. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/pcdt/e/esclerose-multipla/view

Se você possui diagnóstico confirmado da condição e tem interesse em participar, entre em contato com a equipe do centro de pesquisa para verificar os critérios de elegibilidade. Sua participação como voluntário(a) permite acesso a acompanhamento médico especializado.

 

Clinical Trials:

https://clinicaltrials.gov/study/NCT06141486?term=SAR441344&rank=5