Participe de um estudo clínico que avalia novas abordagens terapêuticas para pacientes com Cardiomiopatia Hipertrófica.
Centro de Estudo: CardialMed
O que é Cardiomiopatia Hipertrófica?
De acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), a Cardiomiopatia Hipertrófica (CMH) é uma doença genética caracterizada pelo espessamento anormal do músculo cardíaco, especialmente da parede que separa os ventrículos. Esse aumento da espessura pode dificultar a saída de sangue do coração, levando a sintomas como falta de ar, dor no peito, palpitações e desmaios.
A CMH é uma das principais causas de morte súbita em jovens atletas, embora muitos pacientes permaneçam assintomáticos. O diagnóstico precoce é fundamental para garantir o tratamento adequado e reduzir o risco de complicações cardiovasculares graves (Sociedade Brasileira de Cardiologia, 2024).
Objetivo do Estudo
Este estudo clínico tem como objetivo investigar a eficácia e segurança de um novo tratamento em pacientes com CMH sintomática, especialmente naqueles com obstrução do trato de saída do ventrículo esquerdo e que apresentam sintomas apesar do tratamento padrão.
Quem Pode Participar?
- Idade: 18 e 80 anos;
- Todos os gêneros;
- Diagnóstico de Cardiomiopatia Hipertrófica – Comprovado por exames;
Incidência
A Cardiomiopatia Hipertrófica afeta cerca de 1 em cada 500 pessoas na população geral. Por ser uma condição de origem genética, é frequentemente identificada em membros de uma mesma família. Embora possa ocorrer em qualquer faixa etária, é mais comumente diagnosticada na adolescência e no início da vida adulta.
Segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia, a detecção precoce em familiares de pacientes diagnosticados é essencial, já que mutações genéticas podem ser herdadas e manifestar-se em graus diferentes entre os indivíduos.
Principais Fatores de Risco da Cardiomiopatia Hipertrófica:
- Histórico familiar da doença
- Mutações genéticas específicas associadas à estrutura do músculo cardíaco
- Atividade física intensa (em alguns casos, pode precipitar sintomas)
- Hipertensão arterial mal controlada (pode agravar o quadro)
Como Diagnosticar
O diagnóstico da CMH é feito por meio de exames clínicos e de imagem.
Principais passos no diagnóstico:
- Avaliação dos sintomas e histórico familiar
- Ecocardiograma (transtorácico ou transesofágico)
- Eletrocardiograma (ECG)
- Ressonância magnética cardíaca
- Testes genéticos, quando indicados
Se você possui diagnóstico confirmado da condição e tem interesse em participar, entre em contato com a equipe do centro de pesquisa para verificar os critérios de elegibilidade. Sua participação como voluntário(a) permite acesso a acompanhamento médico especializado.
Fonte: Conteúdo baseado em informações da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) e nas Diretrizes Brasileiras de Cardiomiopatias – SBC, 2024.
