Como o estresse e o estilo de vida influenciam a Cardiomiopatia e outras doenças cardíacas 

De acordo com o Ministério da Saúde, os principais fatores de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares são o tabagismo, o colesterol em excesso, que pode se acumular e levar à formação de placas de gordura, a hipertensão, a obesidade, estresse, depressão e diabetes. Os diabéticos têm duas a quatro vezes mais chances de sofrer um infarto. 

O coração reage a tudo o que o corpo e a mente vivenciam. Portanto, situações de estresse crônico, associadas a hábitos de vida pouco saudáveis, podem contribuir diretamente para o surgimento e agravamento de doenças cardíacas, incluindo diferentes tipos de cardiomiopatia

O estresse e sua relação com a Cardiomiopatia 

O estresse causa uma descarga contínua de hormônios, como adrenalina e cortisol, que aumentam a frequência cardíaca, a pressão arterial e a demanda de oxigênio pelo coração. Dessa forma, quando esse estado se prolonga, pode causar inflamação, alterações elétricas e sobrecarga do músculo cardíaco

Em alguns casos, o estresse intenso pode até provocar uma condição chamada cardiomiopatia por estresse (ou Síndrome de Takotsubo). Conhecida popularmente como “síndrome do coração partido”, ela ocorre após situações emocionais extremas, como luto, medo ou traumas, e se manifesta com sintomas semelhantes a um infarto, de acordo com a Harvard Medical School

Estilo de vida e o risco de desenvolver cardiomiopatias 

O estilo de vida é outro fator determinante para a saúde cardíaca. Portanto, o tabagismo, o excesso de álcool, o sedentarismo e a alimentação rica em gordura e sal podem levar à cardiomiopatia dilatada, condição em que o coração aumenta de tamanho e perde força para bombear o sangue. 

Segundo o Hospital Moinhos de Vento, cerca de 80% dos casos de doenças cardiovasculares estão relacionados a fatores de risco modificáveis. Ou seja, mudar os hábitos pode prevenir a maioria dos problemas cardíacos

Algumas atitudes simples fazem diferença: 

• Praticar atividade física regularmente; 
• Reduzir o consumo de sal, álcool e ultraprocessados; 
• Evitar o tabagismo; 
• Dormir bem e manter uma rotina equilibrada; 
• Buscar momentos de relaxamento e lazer. 

Dessa forma, essas mudanças ajudam a controlar a pressão arterial, o colesterol e o estresse, além de reduzir o risco de desenvolver cardiomiopatias

Saúde mental e coração: uma conexão direta 

A saúde emocional influencia diretamente o funcionamento do coração. Pessoas com ansiedade e depressão têm mais chances de apresentar alterações cardíacas e ritmos irregulares. Isso ocorre porque as emoções negativas afetam o sistema nervoso autônomo e aumentam a produção de substâncias que sobrecarregam o músculo cardíaco. 

O acompanhamento psicológico, as terapias de manejo do estresse e atividades relaxantes, como meditação e ioga, são grandes aliados de quem vive com cardiomiopatia ou deseja  prevenir a doença. 

O papel da pesquisa clínica na compreensão da Cardiomiopatia e do estresse 

A pesquisa clínica tem sido fundamental para entender como o estresse e os hábitos de vida influenciam o desenvolvimento e a progressão da cardiomiopatia

Estudos recentes aprovados pela Anvisa e conduzidos em centros de pesquisa no Brasil e no mundo investigam: 

  • Como o estresse altera o funcionamento celular do músculo cardíaco; 
  • O impacto de terapias que equilibram hormônios do estresse no tratamento da cardiomiopatia; 
  • Novos medicamentos e terapias genéticas que melhoram a função do coração. 

Essas pesquisas são realizadas com segurança e ética, sob acompanhamento médico rigoroso, e contam com voluntários que ajudam a transformar o futuro do tratamento cardíaco. 

Conclusão 

O estresse e o estilo de vida são fatores decisivos para a saúde do coração. Eles podem agravar ou até desencadear quadros de cardiomiopatia, especialmente em pessoas com predisposição genética 

Controlar as emoções, adotar hábitos saudáveis e participar de programas de prevenção ou pesquisa clínica são formas eficazes de proteger o coração e contribuir com a ciência. 

O equilíbrio entre corpo e mente é, sem dúvida, o melhor remédio para um coração saudável. 

O Papel da Science Valley na Pesquisa  

A Science Valley Research Institute (SVRI) conduz estudos clínicos seguindo padrões internacionais de qualidade e ética, oferecendo tratamento especializado, acompanhamento contínuo e suporte completo aos pacientes, além de gerar dados científicos confiáveis para a comunidade médica.  

Seja Voluntário(a)  

A Science Valley está conduzindo pesquisa clínica para pacientes com Cardiomiopatia Hipertrófica. Portanto, se você deseja ser voluntário ou saber mais sobre esse estudo, clique aqui e deixe o seu contato. 

Deixe um comentário

    Isso vai fechar em 0 segundos

    Quer patrocinar um novo estudo clínico ou solicitar uma reunião com nossa equipe? Clique aqui e cadastre-se!!

    X